Esse é o fator determinante do sucesso em momentos de mudanças e transformações

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Estamos vivenciando algo extraordinário exatamente nesse momento. O século XXI tem proporcionado as pessoas e as cooperativas oportunidades de ver, vivenciar, sentir, ouvir e ter acesso a coisas extremamente novas. Essas coisas novas permitem que as pessoas passem por experiências completamente diferentes das experiências vivenciadas até o final do século XX, por exemplo. O mais engraçado é que isso nem sequer começou a ganhar grandes proporções, alguns futuristas afirmam que o século XXI não terá apenas 100 anos de avanços – como convencionalmente seria esperado – mas sim, aproximadamente 20.000 anos ou se preferir, 200x mais que o convencionalmente esperado – ufa!, de fato isso é a transformação de uma era – do convencional ao exponencial. 

E o fator determinante para as transformações organizacionais?

Questione-se: 

Com que frequência você vê e percebe aspirações de mudança – “mudar a cultura” – ou, com que frequência percebe modificações na maneira como as pessoas pensam, se comportam e trabalham? 

Se a resposta for “raramente”, entenda que isso é um enorme indicador acusando para o fato de que a cultura da liderança possa estar comprometida. E se a cultura da liderança está comprometida, aqui está o fator x – limitador da mudança. 

Uma cultura organizacional, em sua essência, sobrevive e evolui através de mudanças graduais – dia a dia – provocadas pela liderança, pela estratégia e outras variáveis circunstâncias, ou, em outras palavras, o quanto a liderança aspira os gatilhos necessários para que a mudança de fato aconteça. Seria mais ou menos como provocar 1% de mensagens, gatilhos e aspirações todos os dias – ao final de 100 dias – teríamos 100% das aspirações implementadas. Claro que, mudanças de comportamentos e pensamentos não são feitas de maneira instantânea, são graduais e precisam de tempo para acontecerem, mas o que é necessário são líderes com aspirações diárias e contínuas durante o processo de mudanças. 

Se, cultura organizacional é a personalidade da cooperativa, é compreensível que os responsáveis por forjar essa personalidade através de experiências de relacionamento, desempenho, direcionamento e comunicação, sejam os líderes, logo, sem a cultura de liderança bem estabelecida, é impossível cuidar, nutrir, fortalecer e alavancar a cultura organizacional e, consequentemente, as mudanças e transformações. 

Cooperativas, assim como qualquer outra empresa do mercado, precisam responder ou antecipar essa mudança de experiências desejadas pelos seus clientes e isso começa no gerenciamento da cultura interna – alavanca para avançar rumo a cenários promissores – cultura. 

Mudar cultura significa mudar a maneira como as coisas são pensadas – como as pessoas trabalham e como as coisas são feitas – esse modelo é o que determina o sucesso de uma mudança ou transformação, mas esse processo, por processo entenda o período de transição, precisa de aspirações rotineiras, pois sem elas, as chances de retomar o modo antigo e voltar ao piloto automático é no mínimo gigante. Considere esse fator determinante em suas transições. 

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